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Como o Marketing Usa a Pirâmide de Maslow para Conquistar Clientes




Em um mercado cada vez mais competitivo e emocionalmente saturado, entender o que realmente motiva o comportamento do consumidor é mais do que um diferencial: é um imperativo estratégico. E poucos modelos explicam isso de forma tão clara quanto a clássica Pirâmide de Maslow.

Criada pelo psicólogo Abraham Maslow em 1943, a teoria hierarquiza as necessidades humanas em cinco níveis — das básicas às mais complexas — e nos mostra que só buscamos certos desejos quando os mais fundamentais estão atendidos.

O que isso tem a ver com marketing? Tudo.




🎯 Entendendo o consumidor pela lente de Maslow


Cada produto, serviço ou marca se posiciona em algum ponto dessa pirâmide — e é ali que ela encontra seu público. Veja como:


1. Necessidades Fisiológicas

Marcas de alimentos, bebidas, colchões, roupas básicas e até medicamentos atuam nesse nível. A comunicação aqui é direta: “Você precisa disso para sobreviver e se sentir bem.”

Exemplo: campanhas de delivery prometendo agilidade e saciedade. Nada de luxo, só necessidade.


2. Segurança

Produtos que oferecem proteção, estabilidade e previsibilidade. Aqui entram seguros, serviços bancários, tecnologia antifraude, saúde, previdência e até moradia.

Exemplo: bancos que prometem "cuidar do seu futuro", ou plataformas digitais que enfatizam “criptografia de ponta a ponta”.


3. Pertencimento

Marcas que constroem comunidades, estilo de vida e conexões emocionais. Moda, redes sociais, grupos de afinidade, e até certos alimentos (como cafés artesanais) se posicionam aqui.

Exemplo: a Coca-Cola sempre vendeu mais “compartilhar momentos” do que refrigerante. A Apple, mais pertencimento à inovação do que só tecnologia.


4. Estima

Aqui estão os produtos que reforçam status, autoestima, sucesso e prestígio. Marcas de luxo, carros, relógios, cursos premium e posicionamentos pessoais.

Exemplo: campanhas que dizem “você merece”, “para quem chegou lá” ou “exclusivo para poucos”.


5. Autorrealização

Este é o nível mais elevado. Marcas e campanhas que falam de propósito, legado, impacto positivo, transcendência. Muitas startups de impacto, movimentos sociais e empresas com propósito se conectam aqui.

Exemplo: o marketing da Patagônia, que defende a sustentabilidade, ou o branding da Natura voltado à beleza com consciência.




📌 Por que isso importa?


Porque ninguém compra um produto. Compra-se a promessa de uma necessidade sendo atendida.

Compreender em que nível da pirâmide está seu consumidor — e em que nível sua marca atua — é essencial para:

  • Criar mensagens mais humanas e conectadas.

  • Construir narrativas mais eficazes.

  • Posicionar seu diferencial de forma emocionalmente relevante.




🧠 Dica final para profissionais de marketing:


Quando for criar uma campanha ou estratégia de branding, pergunte-se: “Qual necessidade humana eu estou resolvendo?” A resposta a essa pergunta pode transformar uma venda pontual em um relacionamento duradouro.

Se este conteúdo te ajudou a refletir sobre o seu posicionamento de marca ou estratégia de marketing, vamos conversar, vamos trocar ideias.

 
 
 

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